Charlie Roberts
Juicy
Marlborough Contemporary
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Thursday, 24 November 2016
Tuesday, 6 May 2014
Laurence Kavanagh: May
Laurence Kavanagh
May
Marlborough Contemporary
May as seen by Laurence Kavanagh @Marlborough Contemporary. A three dimensional bi-dimension.
May
Marlborough Contemporary
May as seen by Laurence Kavanagh @Marlborough Contemporary. A three dimensional bi-dimension.
Laurence Kavanagh was born in 1973 in Liverpool. He lives and works in London. He has exhibited widely, including Temple Bar, Dublin in 2012 and Irish Museum of Modern Art in 2009. In 2008 the Lonely House project was purchased by the Arts Council Collection, and toured the UK as part of the Transmitter/Receiver exhibition. In 2011 he was recipient of the Mostyn Open prize. In 2012 he collaborated with four choreographers, as concept director, artist and designer on Jealousy, a project based on Robbe-Grillet’s novel at the Print Room Theatre, London. April, the previous project in the Calendar series, was seen as part of New Positions at Art Cologne 2013 and also at Gerald Moore Gallery, London. Residencies include the British School at Rome,2006; Irish Museum of Modern Art, 2009; Victoria and Albert Museum, 2010. He has also curated several exhibitions over the past decade. [...MORE...]
Friday, 7 March 2014
Tuesday, 14 January 2014
Pamela Golden: Good Morning! Mister Williams
Pamela brings us five new large scale original works on paper that aren't what they look like they are. Two extremely blurred photo images (one from the past, found, another from the present, taken) printed, in black & white, on Hahnmühle paper. Those five works are painted over with Sumi watercolour and ink so the original technical light drawing disappears under the pleasurable greenish colours and human (natural) traces. Memory fading; persisting on time like immemorial splashes of colours. She reinforces the imagery and intelligently adds a new dimension to the imaginary embodied sensation, while reporting to what we recall from that particular moment in our past life. This set is complemented by nine small scale oil moving jewellery-paintings on printed photographs found on a flea market.
PS. Maria's like Syrah...
PS. Maria's like Syrah...
Tuesday, 5 November 2013
Wednesday, 18 September 2013
Diango Hernández: The New Man and the New Woman
Diango Hernández
The New Man and the New Woman
Marlborough Contemporary
The New Man and the New Woman
Marlborough Contemporary
Diango Hernández's work is an explosion of energy on a black graphite canvas. His language oscillate between "personal and collective memory, blurring the line between conflicting poetic and political points of view. [...] Hernández believes that all art is autobiographical but also incorporates the collective organised structures that give shape to history." [PR]
«It is very early in the morning. The grass is covered with cold, dense dew. We haven’t even moved a hundred metres and my boots and trousers are already drenched and cold. The morning mist has turned my legs into two moving blades of grass. I try to walk as fast as I can and not to shiver, and I long for the sun to come up and make everything evaporate. An hour later, like we do every morning, we are all standing to attention like soldiers, each one of us facing an infinite furrow of exuberant tobacco plants. With our hoes in our left hands, we all shout in unison: ‘We will be like Che.’ The tobacco plants and the weeds around them remain inert; our cry does not even move one leaf. Our voices quickly dissolve. It is worse each morning to work in silence.
However, today I hear the same instruction, like a continuous, infinite echo that refuses to leave its cave. Throughout all those years I learnt how to differentiate the voices of my companions and today I manage to break the unity. I hear each voice separately and I am able to recognise each one of our faces as well as our minuscule bodies.
Who amongst us is like Che? No-one!
Who wants to be like Che? No-one!
Who would have wanted to be like Che? No-one!
Diango Hernández, 2013» [PR]
«The New Man and the New Woman at Marlborough Contemporary is Diango Hernández’s first solo exhibition in the UK. Diango Hernández (1970, Cuba. Now lives in Düsseldorf, Germany) will have solo shows at Mostyn, Llandudno and at Kunstverein Nürnberg in 2014. He has participated in many group shows in international institutions, such as MOMA in New York and the Hayward Gallery in London. His work has been presented at the 2005 Venice Biennale, the 2006 Biennales in São Paulo and Sydney and the 2010 Liverpool Biennial. A major solo exhibition was held at MART, Roveretto, in 2012.» [PR]
Thursday, 25 July 2013
More than I than Dare to Think About: Works with paper
More than I than Dare to Think About: Works with paper
Marlborough Contemporary
Marlborough Contemporary
"How do you cover a trite theme well? Have really strong works in your show. Marlborough Contemporary nail it with their current group exhibition" by William Kherbek, at Port Magazine (August, 2nd 2013)
«Marlborough Contemporary manages that very feat using a method that’s so fiendishly clever in its simplicity that you’d think more galleries would employ it. Should I reveal the secret? Okay, if you insist. They do it by having really strong works in the show.»
«Marlborough Contemporary manages that very feat using a method that’s so fiendishly clever in its simplicity that you’d think more galleries would employ it. Should I reveal the secret? Okay, if you insist. They do it by having really strong works in the show.»
Monday, 1 July 2013
Review: Agnieszka Brzeżańska: I Love You. Be Good
Marlborough Contemporary
Agnieszka Brzeżańska I Love You. Be Good
Como é sobejamente conhecido, a pintura libertou-se da qualidade condicionante de representação de uma ilusão da realidade visual, com o advento da fotografia, nos inícios do século XIX. Hoje, esta ambiguidade representa um significante vazio, quase sem sentido para com a realidade. Em particular, na pintura abstracta, na qual, a racionalidade expressa na execução da obra é utilizada sem qualquer outra qualificação significativa ou de representação. Muita da arte abstracta coloca formas deformadas em espaços vazios de modo a que a sua abstracção possa personificar as figuras invisíveis; percepções que condicionam a sensação inquietante que o observador sente quando vê formas familiares e humanas, semelhantes a determinantes icónicos ou mitológicos. As quais apelidamos de ‘figuras’. Na realidade não são figurativas nem estão para além da figuração, mas são acumulações e coagulações de sensações. Por esta razão, e outras, a abstracção existe num continuum. Ainda assim, podemos afirmar que na pintura contemporânea ela afastou-se do domínio da representação, localizada ao nível da ilustração e figuração narrativa, para estar mais próxima e ser experiência pura, localizada ao nível do sensível: Piet Mondrian, Wassily Kandinsky, Jackson Pollock, Francis Bacon, exemplificam esta lógica do sensível, que não é nem racional, nem reflexiva, mas uma sensação corpórea a transbordar e a atravessar todos os domínios. Na dissolução dos regimes totalitaristas, na Europa, com o término da II Grande Guerra, e a subsequente desintegração dos Impérios colonialistas, o entusiasmo para com a abstracção cresceu. Para o sociólogo e filósofo Alemão, T. W. Adorno (1903 - 1969), esta abstracção foi a resposta social encontrada para a crescente diluição das relações sociais que começavam a caracterizar a sociedade do pós-Guerra; enquanto, o teórico-político Norte-Americano, F. Jameson (1934), influenciado pelo pensamento critico-social marxista, da Escola de Frankfurt, da qual Adorno foi um dos membros mais influente, vê, também, esta dinâmica operativa, realizada ao nível dos sistemas de relações sociais e económicas e nas imposições de poder, como uma das características da sociedade global dos finais do século XX. Podemos, ainda, considerar o ênfase positivo no potencial igualitário da esfera pública da diáspora global, conseguida através do uso das novas tecnologias e sistemas de mobilidade e mediação de massas: a Primavera Árabe – movimentos de forças cívicas que estão a ocorrer no Médio Oriente e no Norte de África, em países como, Tunísia, Egipto, Líbia, Síria, mas também Argélia, Jordânia, Líbano, Marrocos, Arábia Saudita, etc. – e, mais recentemente, os movimentos que tiveram efeito em outras zonas do globo, nomeadamente na Turquia e no Brasil. Demonstrações de desobediência e resistência civil para com os extremismos ideológicos e religiosos, e para com os autoritarismos dos sistemas políticos e económicos. Ou seja, para a retórica tradicional, figurativa e icónica, a tendência para a abstracção fez com que a percepção da ilusão da realidade fosse, sem qualquer dúvida, evidentemente, mais sombria; apresentam-nos uma imagem ambivalente, no seu melhor, pois é dotada de valores múltiplos, e cataclísmica, no seu pior, pela libertação súbita de energia e forças de difícil controlo.
Agnieszka Brzeżańska I Love You. Be Good
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| Agnieszka Brzeżańska, I Love You. Be Good exhibition view. Image: courtesy the Artist and Marlborough Contemporary |
O que poderá significar o confronto com a realidade ambivalente transportada na cultura da imagem, ao invés de se viver na negação dos seus efeitos doutrinais? A cultura da imagem diz-nos o que desejar, ao invés de nos instruir sobre ‘o que desejar’! A exposição I Love You. Be Good, da artista polaca (a residir entre Varsóvia e Berlim) Agnieszka Brzeżańska (1972), inaugurada recentemente na Marlborough Contemporary (Londres) coloca e responde, ao mesmo tempo, a esta questão. A exposição é composta por oito óleos sobre tela (200 x 150cm) e por dois desenhos sobre papel (21 x 29.7cm) sem qualquer referente ou significante. São o que são, em vez de mostrarem o que poderão ser. Concebidas com uma fluidez materialmente precisa, que mimicam os movimentos de instrumentos laboratoriais – a máquina de filmar, quando a artista quer realizar ou produzir filmes/vídeos, ou/e, a máquina de fotografar, quando quer captar imagens sobre a realidade que a rodeia – as pinturas e os desenhos são vistos como breves intercuts. Alternam entre a realidade social ao relacionarem imagens e histórias de forma a comporem narrativas, possíveis, indeterminadas, entre múltiplas e variadas existências. I Love You. Be Good relaciona força e representação. Como espectadores vislumbramos uma multitude de referências entre realidades imaginadas, sonhadas ou impostas visualmente na forma de iconografias e mitologias cerimoniosas e performáticas que permitem satisfazer a ilusão aspirada pelos nossos desejos.
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| Agnieszka Brzeżańska, Untitled (crayon on paper, 29.7 x 21cm) 2013. Image: courtesy the Artist and Marlborough Contemporary |
Para o filósofo Francês, Gilles Deleuze (1925-1995), esta forma de pensar representativa, sufoca a criatividade, deixa os conceitos, ditos superiores, imunes à crítica, e tende a encerrar a mente para o dinamismo, para a particularidade, e para a mudança que é evidente na experiência vivida. Não só aquela linha de pensamento serve para proteger o status quo dominante, assim como alivia os conceitos e as posições dominantes de uma crítica produtiva. Por conseguinte a pintura contemporânea aproximou-se da representação mental, abstracta e geral, de um objeto, da noção abstracta do conceito.
Agnieszka Brzeżańska, Elegy and Sentimental (oil on canvas, 200 x 150cm) 2013.
Images: courtesy the Artist and Malborough Contemporary
O corpo de trabalho desenvolvido por Brzeżańska é uma poderosa expressão da ambivalência anteriormente referida, adiciona a sensação de movimento à complexa retórica cultural. A sua força está em incorporar o passado no presente. Não ser unicamente uma anárquica ruptura formal. Por isso é que, apesar de Brzeżańska ter chegado tarde à pintura, ela consegue encontrar o seu espaço nos detritos do todo. Conforme expressa o crítico e curador Andrew Renton, sobre o trabalho da artista, em L’Artiste, Le Modèle et la Peinture, “num acto de fé em que a pintura pode ainda ser capaz de trabalhar como pintura no espaço que lutou para si.” Com este dilema, a artista, quer em Sentimental e em Elegy (2013), quer na série de desenhos, Sem Título (2013), faz uma opção: reconhece o preço pago pelo mundo tecnologicamente desenvolvido, na sua forma de estar, e rejeita a alternativa de ingenuidade e falsidade, ao aderir à ilusão de que a territorialização comporta necessariamente figuração, iconografia e mitologia; a sensação de movimento, quando nos deslocamos absolutamente sós por entre a multitude de seres, por entre paredes, blocos de apartamentos, nas ruas iluminadas por néon, a impor-nos ‘o que desejar’, de uma cidade, de um espaço artificialmente construído pelo ser humano, é referida e incluída em Where Beings Lose Their Faces e Tesla (ambas pinturas são de 2013); o resultante palimpsesto de territórios expandidos une-se aos territórios normalmente isolados, um desmembrar que, de outra forma, conveniente, dissocia os procedimentos das novas tecnologias nas explorações dos recursos sensitivos no meio das ilegalidades traduzidos na forma de desobediência e resistência civil: The Event e Synchronization (2012); a artista comemora o movimento gerado por energias e forças na experiência vivida através de Dissection of a Thought (2013), por exemplo, ou em Naked Awareness (2013), uma sequência que dissolve e dá passagem a imagens de energia e força. Nas obras de Brzeżańska há, no entanto, um retorno e um reiniciar, mas não necessariamente ao mesmo ponto inicial. A narrativa alterna de forma aleatória.
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| Agnieszka Brzeżańska, Untitled (oil on canvas, 150 x 200cm), 2013. Image: courtesy the Artist and Marlborough Contemporary |
Em I Love You. Be Good, podemos influir na percepção ilusória de estabelecer resíduos para os mitos da territorialização politica e ideológica ao revelar o seu lado obscuro. As obras expostas na Marlborough Contemporary, e por conseguinte, o corpo de trabalho de Brzeżańska, são notáveis pela sua abordagem oblíqua, distante da aparente imediatez das formas de contestação política personificada, por exemplo, no activismo dos movimentos de justiça global. As alusões das pinturas e desenhos, por conseguinte, permanecem sempre precárias, a sua conclusão é sempre incerta. Como os resultado das recentes demonstrações de desobediência e resistência civil. No entanto, ela fá-lo sem dirigir as nossas interpretações, nem inclui informações e expressões autoritárias ao transformar os objectos de possíveis zonas de conflito, em objectos de prazer sensitivo.
Published at Molduras: as artes plásticas na Antena 2: Agnieszka Brzeżańska: I Love You. Be Good
Saturday, 22 June 2013
Agnieszka Brzeżańska: I Love You. Be Good
Agnieszka Brzeżańska
I Love You. Be Good
Marlborough Contemporary
I Love You. Be Good
Marlborough Contemporary
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| Agnieszka Brzeżańska, I Love You. Be Good, exhibition view |
Agnieszka Brzeżańska, Sentimental (oil on canvas, 200 x 150cm), 2013 and Untitled (crayon on paper, 29.7 x 21cm), 2013.
Agnieszka Brzeżańska, The Event (oil on canvas, 200 x 150cm), 2012 and Synchronization, (oil on canvas, 200 x 150cm), 2012.
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| Agnieszka Brzeżańska, I Love You. Be Good, exhibition view |
Agnieszka Brzezanska was born in 1972 in Gdansk. She lives and works in Warsaw and Berlin. Recent solo exhibitions include Nomas Foundation, Rome, 2012, Kunsthaus Baselland and DAAD Galerie, Berlin in 2010. Her monograph, L’artiste, le modèle et la peinture was published in 2010 by Sternberg Press.
Friday, 17 May 2013
Narelle Jubelin : Specific Objects, Common Parts
Monday, 29 April 2013
Thursday, 21 March 2013
Another day at the racing tracks
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| Sterling Ruby's EXHM exhibition at Hauser & Wirth (London) |
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| Sterling Ruby's EXHM exhibition at Hauser & Wirth (London) |
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| Eberhard Havekost's Cosmos Now exhibition at White Cube Mason's Yard (London) |
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| Ian Whittlesea's Becoming Invisible exhibition at Marlborough Contemporary (London) |
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| Ian Whittlesea's Becoming Invisible exhibition at Marlborough Contemporary (London) |
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| Social performance at Oscar de la Renta |
Thursday, 10 January 2013
Thursday, 3 January 2013
Marlborough Contemporary invites you to Cowboy Style
they have already ordered the cowboy style beer...so show up at
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