At the Royal Academy of Arts for the 29th London Original Print Fair Young Collectors' Evening.
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Friday, 25 April 2014
Monday, 30 September 2013
Re-View: Onnasch Collection
Until today I've new about four types of art collector:
- He/She collects art, but could be collecting cars, houses, boats, or, on a less pompous scale, stamps. Just for the sake of it. Without any reasoning behind it. Most of the time he uses a Prada scarf and she a leopard skin jacket - know a couple of collectors collecting on this base;
- He/She collects following a predetermined list with names on it. Tick the box anytime they acquire one of the artist's pieces. Easily recognised as artificial on their choices and decisions, more about what they hear than about what they feel - know, also, a couple of collectors collecting on this base;
- Those that collect as an investment. Normally associated to and with the finance sector - know some collectors collecting on this base;
- He/She collects according to a particular framework. It could be time, medium, geography, etc. They can be from different walks of life - fortunately, know quite good collectors collecting on this base;
While the first three are collectors that can be grouped under those who collect accordingly to economic demand and financial trends; the last one, collects taken in consideration personal taste and a sensorial social experience.
Today, I've meet another one, who fell's within the last group. Who collects taken in consideration personal taste and a sensorial social experience. However, the difference between these two, lies in that that is not particular framework on the collecting. He/She jump from one artist to another, from one medium to other, from one continent to other continent depending of what he/she socially and culturally is experiencing at the moment.
Today, I've meet another one, who fell's within the last group. Who collects taken in consideration personal taste and a sensorial social experience. However, the difference between these two, lies in that that is not particular framework on the collecting. He/She jump from one artist to another, from one medium to other, from one continent to other continent depending of what he/she socially and culturally is experiencing at the moment.
Tuesday, 24 September 2013
Monday, 9 November 2009
Uma rede independente de coleccionadores
Independent Collectors permite partilhar conhecimentos sobre arte contemporâneaFenómeno recente numa sociedade cada vez mais informatizada, as redes sociais na internet são espaços virtuais que estão a transformar a forma como comunicamos e nos relacionamos com os outros. No ciberespaço as ideias de «individualização» e de «privacidade» confundem-se com as de «comunidade» e de «público». Na internet, os limites estão descoloridos, difusos, enquanto as possibilidade de relacionamento apresentam-se como infinitas. Dentro deste contexto começaram a surgir ferramentas para relacionamento social como o hi5, o Twitter ou, mais recentemente, o Facebook.
Também na comunidade virtual os espaços de especialização estão à distância de um clique. A Independent Collectors [IC] é uma rede exclusivamente dedicada a coleccionadores de arte contemporânea que querem «ligar-se» a outros coleccionadores oriundos de vários zonas do globo. Criada em Maio de 2008, esta rede compreende mais de 2150 coleccionadores, entre os quais 31 Portugueses ligados em rede com os restantes membros provenientes de países como Alemanha, Espanha, Estados Unidos da América, Itália ou Reino Unido, por exemplo.
Com um funcionamento similar a qualquer outra comunidade, a IC permite aos seus membros construir uma rede de coleccionadores com a intenção de partilhar conhecimento sobre arte contemporânea e coleccionismo, partilhar experiências e visões de obras de artistas. E como em todas as comunidades, esta também é sustentada por um código ético que deixa bem claro quais os limites de gerência entre membros.
Contudo, este espaço virtual surgiu como reacção às incursões levadas a cabo por indivíduos mais interessados no retorno económico resultante da especulação do valor das obras de arte do que na promoção e divulgação da arte contemporânea e na defesa dos artistas e do sue trabalho.
Geralmente, estas iniciativas procuram construir redes comunitárias em torno de um objecto comum com actividades festivas e turísticas, de forma a fundamentar e validar o fenómeno por si propagado, mas onde os preços de obras de arte são inflacionados, por vezes em valores superiores a trezentos por cento.
Entretanto, a rede social Independent Collectors foi originalmente idealizada por jovens coleccionadores no mercado da arte à procura de respostas a muitas questões que afligem quem começa a coleccionar. Esta plataforma virtual é uma rede de coleccionadores a nível global sem qualquer interesse comercial ou económico, em que as certezas são diminutas e as dúvidas uma constante.
Published at NS'200/IN#096, Mercado da arte (68), (Diário de Notícias N.º 51350 e Jornal de Notícias N.º 159/122), 7 de Novembro de 2009 Portugal Foto: Independent Collectors Managing Directors (Ulrich Grothe, Christian Schwarm e Uwe Thomas) Courtesy: Independent Collectors
Monday, 26 October 2009
Como saber o valor das obras de artistas emergentes
Um dos aspectos mais importantes num coleccionador é a paciência; outro é saber ter um ouvido atento.No espaço de um ano alguns dos desenhos a tinta da china da jovem artista Adriana Molder foram colocadas à venda em leilões nacionais. Os preços variavam entre vinte mil euros (Março de 2008) e 2,5 mil euros (Dezembro de 2008). Em nenhum dos casos as peças encontraram comprador durante o decorrer dos leilões. Uma das questões colocadas por muitos coleccionadores está relacionada com o saber atribuir o valor a uma peça de um artista emergente, ter a noção do preço comparativo a atribuir a uma obra de um jovem artista ou emergente que ainda não passou pelas salas leiloeiras.
Apesar do natural interesse pelas vantagens financeiras do investimento em arte contemporânea, os coleccionadores também necessitam de se deixar seduzir pelos valores fundamentais que essa arte representa. Durante os últimos anos, a forma especulativa com que as pessoas propendiam para o mercado dos artistas emergentes ou jovens artistas fez com que o papel do coleccionador como patrono se diluísse, se perdesse, sacrificado aos negócios lucrativos resultantes da valorização e venda imoderada de peças acabadas de serem compradas.
Um dos aspecto mais importante num coleccionador é a paciência; outro é saber ter um ouvido atento. Os leilões não são a única forma de determinar o preço de uma obra de arte ou o valor de um artista: são um barómetro menor na validação do valor no mercado. Os leilões têm por princípio o processo em que num determinado momento duas ou mais pessoas demonstram o mesmo interesse por um determinado objecto. Não obstante a incerta situação económica actual, os comentários pós-eventos, como as feiras de arte e leilões durante estes últimos meses, salientam a surpresa pelas vendas realizadas, quer em termos de quantidades quer em termos de valores.
Mas como saber o preço a atribuir a uma peça de um artista emergente e evitar as disparidade de valores como os aplicados na obra da artista acima referida? Além de avaliar a lei da oferta e da procura, é preciso comparar obras de tamanho e em suporte análogo de um artista num estágio similar da sua carreira. Outro dos aspectos a considerar é se o artista continua a expor de uma forma regular, quando e onde foi a sua última exposição (a clara ausência desta demonstração pública reduz o valor para o mínimo, ou seja, para zero euros). Por último, falar com quem melhor conhece o mercado e os artistas, os galeristas são aqueles indivíduos que têm a consciência mais nítida de qual o preço que a obra de um artista deverá ter. Depois, existem outros factores que permitem aferir com maior exactidão qual deverá ser o seu valor, como a qualidade e singularidade da obra.
Published at NS'198/IN#094, Mercado da arte (68), (Diário de Notícias N.º 51336 e Jornal de Notícias N.º 145/122), 24 de Outubro de 2009 Portugal © Adriana Molder, Sem título (148,5x197,5cm), 1998 Courtesy: Palácio do Correio Velho
Monday, 12 October 2009
Coleccionar New Media
Por serem formas de arte inimagináveis à menos de uma década, a arte denominada de New Media, ou Variable Media, tem como suporte e é uma forma de expressão ainda muito dependente dos desenvolvimentos tecnológicos, como a contínua miniaturização dos componentes, os desenvolvimentos do software ou os contínuos melhoramentos na tecnologia dos ecrãs.A arte New Media usualmente refere-se a suportes como vídeo, projecções, arte apresentada com recurso a computadores ou através da internet. Apresenta características físicas menos usuais para o mercado da arte, menos tangíveis, enquanto as peças em suportes estáticos, as tradicionais, como a pintura, o desenho ou a fotografia, têm uma maior relação entre o corpo e a imagem.
Se na Video Arte, os trabalhos de Bill Viola, por exemplo, combinam questões tecnológicas – uso do vídeo no mundo artístico – com temas centrais da consciência e experiência humana; e se na Net.Art, Y0ung-Hae Chang Heavy Industries aliam textos em flash com peças musicais, para criar animações virtuais interactivas, fragmentadas; em ambos os casos, ao desafiarem os limites tecnológicos do material, o ecrã transforma-se na tela.
Quando um coleccionador decide adquirir uma peça em New Media, este entra numa nova forma de relação com a arte. Mesmo apesar dos todos os desenvolvimentos tecnológicos recentes, muitos destes novos meios de expressão requerem ser instalados com um maior cuidado e sensibilidade ao meio ambiente envolvente, e necessitam de uma manutenção regular mais frequente, devido à complexidade tecnológica intrínseca do material, do que os suportes tradicionais.
Contudo, o desejo dos coleccionadores por estes suportes joga na proporção directa com a sua objectividade. Quanto mais intangíveis, mais desejados.
Por outro lado, a questão da reprodutividade técnica do material permite também questionar a expansão deste meio a nível da quantidade (o número de edições existentes). Apesar de incrementar a sua disseminação pelo espaço público, e atender a um maior público ao permitir aumentar o seu reconhecimento e compreensão pelas massas, este facto reduz o preço de mercado e a intenção em adquirir uma destas peças.
© Bill Viola, Passage Into Night (instalação de vídeo), 2005 Courtesy: James Cohan Gallery/Kira Perov
Monday, 14 September 2009
Dicas para coleccionadores principiantes
A melhor altura para iniciar uma colecção é num período de desaceleração económicaPara quem é interessado por arte e sabe o que pretende, mesmo quando julga que não tem os recursos financeiros, este é o momento ideal para ser um coleccionador de arte contemporânea. A melhor altura para iniciar uma colecção é num período de desaceleração económica. Com menos compradores no mercado, existe uma variedade de peças de arte interessantes e valores mais do que alcançáveis disponíveis. De outro modo, o investimento apaixonado em arte permite também criar uma categoria de activos alternativos, com possíveis retornos a médio ou longo prazo.
A maioria dos galeristas trabalha em conjunto com os seus artistas de forma a encontrar o seu nicho e responder à procura no mercado da arte deste ou daquele género de objectos. As crises económicas e políticas são momentos que ajudam a abanar o próprio universo artístico enquanto criam diálogos estéticos mais enriquecidos. Estes são períodos onde é possível aos artistas pensar fora do pretendido pelo mercado, serem mais criativos na sua forma de abordar o quotidiano contemporâneo enquanto experimentam novas plataformas expressivas e de comunicação.
Obviamente, alguns dos melhores preços podem ser conseguidos indo directamente à fonte. O simples facto de se conhecer os artistas pode possibilitar um bom negócio. Ou, alternativamente, o jovem coleccionador pode encetar uma viagem pelas diferentes escolas superiores de belas artes públicas ou privadas que existem no país, enquanto visita as diferentes exposições de finalistas. Esta experiência permite encontrar artistas ansiosos por vender os seus primeiros trabalhos com qualidade a preços acessíveis – uma boa peça não tem de custar milhares de euros. Mas, fundamentalmente, a ideia é seguir a intuição no momento de compra e não se deixar influenciar pela situação económica vigente ou pelo objectivo único de retorno financeiro – o mercado da arte é demasiado instável.
Contudo, mesmo o coleccionador mais experiente necessita de aconselhamento profissional. Por isso é bom que desde o início o jovem coleccionador procure a ajuda de um curador ou gestor de arte. A gestão de uma colecção é crítica e consome tempo. Necessita de um planeamento estratégico para fortalecer o conjunto. Requer a apresentação da colecção a peritos de arte internacionais, a validação e prova de autenticidade, e, quando possível, a organização de empréstimos a museus e exposições para valorizarão das peças cedidas, do conjunto de obras de arte reunidas e do próprio coleccionador.
De outra forma, se pretende vaguear por si só, as feiras de arte são bons lugares para começar. Oferecem um nível de qualidade aceitável, e, para um principiante, garantem o acesso a um convincente conjunto de galerias visitáveis a pé num curto espaço de tempo e permitem tirar vantagens das úteis programações quando ainda se está a tentar compreender o gosto individual.
Published at NS'192/IN#088, Mercado da arte (72), (Diário de Notícias N.º 51294 e Jornal de Notícias N.º 103/122), 12 de Setembro de 2009 Portugal © Francesco Clemente, A History of the Heart in Three Rainbow, 1.3-1.5, 2009 Courtesy Deitch Projects
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