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Thursday, 25 June 2015

Yto Barrada: Faux Guide

Inspiring moments at Yto's installation at Pace London while laying down on the carpet and thinking about what to come next.
Yto Barrada (b. 1971, Paris) grew up in Tangier and lives in New York. Solo exhibitions of her work have been presented at the Walker Art Center, Minneapolis (2013–14); The Kitchen, New York (2006); Jeu de Paume, Paris (2006); and Witte de With Contemporary Art Centre, Rotterdam (2004). In recognition of her 2011 Deutsche Bank Artist of the Year award, her solo exhibition Riffs was presented at the Deutsche Guggenheim, Berlin, and travelled to Wiels, Brussels; The Renaissance Society, University of Chicago; Ikon Gallery, Birmingham; MACRO–Museum of Contemporary Art, Rome; and Fotomuseum Winterthur.

Barrada was featured in the Venice Biennale in 2007 and 2011. Her work is in the permanent collections of numerous public institutions including the Kunsthalle Basel; Musée National d’Art Moderne, Centre Georges Pompidou, Paris; Museo Tamayo Arte Contemporáneo Internacional, Mexico City; The Museum of Modern Art, New York; Museum Moderner Kunst Stiftung Ludwig Wien–MUMOK, Vienna; Solomon R. Guggenheim Museum, New York; Tate Modern, London; and Victoria and Albert Museum, London.
As an extension of her artistic practice, Barrada is a founding director of Cinémathèque de Tanger, North Africa’s first cinema cultural center, now ten years old.

Friday, 25 April 2014

Zhang Huan: Spring Poppy Fields

Zhang Huan
Spring Poppy Fields
Pace Gallery London
This is what I call Zhang Huan performative installation, at Pace London.
Zhang Huan (b. 1965, China) is one of the most vital, influential and provocative contemporary artists working today. The layers of ideas the artist explored in his early performance art, conceived of as existential explorations and social commentaries, have carried through to the more traditional studio practice he embraced upon moving to Shanghai in 2005, after living and working for eight years in New York City.

Tuesday, 1 October 2013

Review: Li Songsong: We Have Betrayed The Revolution

Pace London
Li Songsong: We Have Betrayed The Revolution

Li Songsong, Big Girls (280 x 250 cm, Oil on aluminum panel), 2013
© 2013 Li Songsong. © 2013 Pace Gallery, All Rights Reserved.
Li Songsong, em Nós Traímos A Revolução [We Have Betrayed The Revolution], revela-nos a presente situação ambígua da sociedade chinesa, em particular, enquanto nos transporta para o contexto globalizante da sociedade contemporânea. O mais recente corpo de trabalho do artista Chinês revela-nos e imiscui-se num duplo agenciamento. Se, a um nível, as pinturas apresentadas pelo artista, na exposição na Pace London, estão centradas na essência da técnica e do processo artístico; a um outro nível, o artista apresenta fragmentos de uma realidade social construída ao longo do tempo, e modificada de acordo com os desejos e intenções das estruturas de poder imperantes. Os retratos de figuras e eventos históricos, que formam e existem na consciência colectiva chinesa, são retirados do seu contexto inicial e reescritos de uma forma e modo distinto. Por exemplo, apesar de os trabalhos de Songsong retratarem o que é facilmente identificado com e de conteúdo e cariz político, em We Have Betrayed The Revolution (2012) [Nós Traímos a Revolução] ou Small Reunions (2013) [Pequenas Reuniões], a ênfase dos mesmos não é sobre os assuntos políticos.

Esta conotação política na obra de Li Songsong resiste a qualquer interpretação superficial implícita no olhar subjectivo do espectador, pois está escondida nas pinturas, sob a densa consistência da superfície cromática. Assim, ao compor-mos a imagem sugerida pelo artista num contexto mais globalizante, as pinturas estabelecem associações que permitem uma comunicação entre modos de ser e ver que são sincronicamente díspares e similares. Simultaneamente revelam e ocultam estruturas imperativas: uma relacionada com a experiência quotidiana e a reflecção sobre uma realidade especifica – política ou histórica; a outra, acerca da apropriação da imagem fotográfica como fonte para a representação da realidade através da pintura; outra, ainda, sobre a transformação da linguagem como uma forma operativa de informação sobre realidades especificas.
Li Songsong, Guests Are All Welcomed (120 x 120 cm, Oil on canvas), 2013.
© 2013 Li Songsong. © 2013 Pace Gallery, All Rights Reserved.
Conforma expressa o crítico e ensaísta Demetrio Paparoni, no catálogo que acompanha a exposição: “a análise da linguagem não é unicamente uma operação formal para Li Songsong, mas um passo necessário para apreender a complexidade da estrutura social e política que a rodeia.” Para Li Songsong a realidade é compreensível unicamente como linguagem – esta existe em diversas formas e feitios: escrita, oral, gestual, corporal, etc. Neste sentido, as palavras que dão a função no título da exposição e são, também, usadas numa das pinturas, ‘Trair’ e ‘Revolução’, implicam na sua essência descontinuidade. Encerram a aplicação contraditória de um movimento provocado com a intensão de revelar e alterar a direcção das estruturas vigentes, para um sentido distinto do actual – podemos numa primeira instância considerar esta acção um acto essencial no e para o processo evolutivo. Contudo, quando usadas em simultâneo na mesma frase, tanto ‘trair’, como verbo, e ‘revolução’, como sujeito, implicam incoerência no resultado dos actos sucessivos, por anularem em si mesmas a acção interposta pelo outro vocábulo. A intenção de Songsong é o de apresentar uma narrativa que represente, desta forma, a essência, as ambiguidades, e as mudanças na memória histórica na sucessão temporal. Quer de uma forma técnica, espacial ou temporal. Questões semânticas à parte, vamos ao que realmente interessa perceber na realidade que o artista pretende sublinhar.

Apesar de Li Songsong também começar por apropriar-se de imagens encontradas em jornais, revistas ou na internet, como muitos outros artistas contemporâneos – Carlos Correia (1975, Lisboa), Glenn Brown (1966, Reino Unido), Vik Muniz (1961, Brasil), Cindy Sherman (1954, EUA), Richard Prince (1940, Panamá) ou Andy Warhol (1928 – 1987, EUA) –, posteriormente, ele desconstrói a imagem e reconstrói-a, secção a secção, através de camadas de tinta sobre tela ou painéis em alumínio. Ainda que inicialmente o artista não faça distinção entre as imagens escolhidas, existe uma tendência em usar imagens nas quais as pessoas ou os eventos retratados têm uma influência histórica na construção da sociedade Chinesa: Guests Are All Welcomed (2013) – o sujeito do quadro é Neil Heywood, um empresário inglês que trabalhou na China, e era próximo de Bo Xilai, Secretário do Partido Comunista Chinês e Ministro de Comércio – ou It’s a Pity You aren’t Interested in Anything Else (2013) – relembra uma das imagens usadas pela marca publicitária, Calvin Klein, com uma presença prevalente na China. De facto, convém salientar que algumas das imagens usadas anteriormente pelo artista não são de origem Chinesa: Cuban Sugar (2006), Khmer Rouge (2006) ou Six Men (2008), mas mantêm essa relação de proximidade com a memória colectiva chinesa – a primeira está relacionadas com Cuba, a segunda, com o Partido Comunista Cambojano, e, a última, com retrata os pilotos Kamikazes. A veicular a presença política, existem, por exemplo, June (2012) – baseada numa fotografia tirada duas semanas após os eventos da Praça de Tiananmen, em 1989, e retracta Deng Xiaoping com os dois oficiais que reprimiram a revolta estudantil – ou Small Reunions (2013) – retracta o filho de Mao Zedong (Mao Tse-tung), a sua esposa e o filho de ambos, Mao Xinyu, junto do corpo do famoso revolucionário e político Chinês.

Ao invés de representar a imagem original na sua totalidade, Li Songsong seleciona a zona que o afecta mais. Depois, secção a secção, do centro para a periferia, ou vice-versa, começa a compor e construir fragmentos da zona selecionada da imagem com diferentes camadas de cor. Concentra-se numa área de cada vez, e só posteriormente, quando o trabalho está concluído é que a obra revela-se na sua totalidade. As secções geométricas sequencialmente pintadas não estão fisicamente próximas umas das outras, o artista assegura-se de que as cores de cada secção não interferem com a secção adjacente e desvirtuem a composição interna da pintura. O tom, a cor, a textura e a direcção das pinceladas criam essa descontinuidade. “Paradoxicamente, esta descontinuidade tende tanto a desorientar o observador como a conceber harmonia ao trabalho quando concluído, o qual é o resultado de um método predeterminado e não consequência do acaso.”
© 2013 Pace Gallery, All Rights Reserved.

As ambíguas obras que Li Songsong (1973, Pequim) apresenta na exposição individual, na Pace London, até 9 de Novembro de 2013, são uma intensa composição sinfónica de cores sobre a realidade política chinesa, fragmentos retirados da história de um povo, da memória um colectiva, a um nível; a um outro nível, inscrevem-se no usual recurso e a prática, por parte dos pintores, de uma forma quase quotidiana, da técnica de captação fotográfica de imagens para conceber, compor e criar as suas obras; enquanto, ainda, num outro nível, revelam a incerteza da realidade, da verdade construída.

Published at Molduras: as artes plásticas na Antena 2: Li Songsong: We Have Betrayed The Revolution

Wednesday, 18 September 2013

Li Songsong: We Have Betrayed the Revolution

Li Songsong
We Have Betrayed the Revolution
Pace London

Did noticed, for the first time, that an inverted Swastika is imprinted all over the Royal Academy of Arts building. Anyway, intense work by Li Songsong in ‘We Have Betrayed the Revolution’, at Pace London.
Li Songsong, Unnamed Lake (oil on aluminum panel, 361.5x403x14.5cm), 2013

Friday, 7 June 2013

James Franco: Psycho Nacirema


«Pace is delighted to present Psycho Nacirema, an exhibition featuring multi-media installations by the American artist and actor James Franco and presented by the Scottish artist Douglas Gordon. Psycho Nacirema will be on view at Pace London, 6-10 Lexington Street, from 6 June to 27 July. It will be Franco’s first major exhibition in the UK.

Psycho Nacirema presents a mise-en-scène of director Alfred Hitchcock’s 1960 thriller Psycho, remodelling the infamous Bates Motel where the intrigue of the film takes place, intertwined with the 1920’s Arbuckle scandal ...» (from Pace Gallery' James Franco presented by Douglas Gordon: Psycho Nacirema, 6 June – 27 July 2013, Press Release)


Thursday, 18 April 2013

Alexander Calder : Calder After the War

Not the best Prosecco I have had ever tried...but still, a bottle just for one makes one forget all the references, recommendations and mentions. Anyway, these evenings' tend to be more packed with two kind of beings than usually. More than 50% for the matter. Sleazy financial' or legal' practitioner guys taking girls - most of the time fashion models - on cheap dates and the wannabe female curators followed by the gay friend, who is more concerned in being what he is rather then with art. Either way, both look to show an air of finesse and intellectual superiority when thinking of their own pears twins. On my side, I'm just there for the free wine. If I really want to see the art, I would came the following day, on my own. Which I did, two days latter.

Monday, 11 February 2013

Zhao Yao: Spirit Above All

Chinese artist Zhao Yao's first solo exhibition in the UK, featuring a series of paintings on denim embedded with the blessing of a living Buddha from Tibet. Did not got into the work, but really enjoyed the Italian sparkling wine - Spirit Above All