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Sunday, 2 March 2014

Richard Hamilton

In 1957, in a letter to the architects Peter and Alison Smithson, outlining ideas for an exhibition, Richard Hamilton (1922-2011) listed the 'characteristic of Pop Art', "effectively inventing the term,"
Richard Hamilton, The Treatment Room, 1983-4

Pop Art is:
Popular (designed for a mass audience)
Transient (short-term solution)
Expendable (easily forgotten)
Low cost
Mass produced
Young (aimed at youth)
Witty
Sexy
Gimmicky
Glamorous
Big Business

Richard Hamilton, The citizen (oil paint on 2 canvases), 1981-3. © The estate of Richard Hamilton
Exhibition view: Richard Hamilton, Portrait of a woman as an artist (oil paint on digital print on canvas), 2007. © The estate of Richard Hamilton.
View of the installation: Richard Hamilton, Lobby (oil on canvas), 1985-7. © The estate of Richard Hamilton.
After a visit to Roy Lichtenstein, in 1968, Richard Hamilton "set about a project to ask artists and friends to photograph him, slowly acknowledging that each person's sensibility was surprisingly marked in the image they created, despite the apparent automatic nature of [the Polaroid] camera."
Richard Hamilton's polaroids and portraits exhibition view
Richard Hamilton, Chiara & Chair (inkjet digital print on Somerset paper, ed. 60), 2004 and Hotel du Rhône (oil pain on digital print on canvas), 2005. © The estate of Richard Hamilton.

Sunday, 1 December 2013

Paul Klee: Making Visible

http://www.tate.org.uk/whats-on/tate-modern/exhibition/ey-exhibition-paul-klee-making-visible
Another possible answer to a question that someone has asked me recently concerning photography and his work: on a technical level, it represents what is visible, while, on a conceptual level, it makes visible to the senses. I've think that that is what he is doing when making visible stuff like, sound, smell and other set of sensations that affect on an everyday life level in his photos, like, for instance, when we notice a colourful tattoo on a person's left hand, her embracing smile and inquiring looks.

Mira Schendel

http://www.tate.org.uk/whats-on/tate-modern/exhibition/mira-schendel
Mira Schendel at Tate Modern. These kind of works, ‘Graphic Objects’ (1968), ‘Still Waves of Probability’ (1969) and ‘Variants’ (1977), as well as some works by Hélio Oiticica or Damián Ortega, consider “how we exist in the world (‘Umwelt’ or environment), with the world (‘Mitwelt’ or social world) and within ourselves (‘Eigenwelt’ or inner world)”, as observers of the art object and as active participants of the being of the art work. However, because it is “in a museum” we can’t actively engage with them.
http://www.tate.org.uk/whats-on/tate-modern/exhibition/mira-schendel

Friday, 5 July 2013

Ibrahim El-Salahi: A Visionary Modernist

Ibrahim El-Salahi
A Visionary Modernist
Tate Modern

Ibrahim El-Salahi was born in 1930 in Omdurman, Sudan. Studied painting at the School of Design in Khartoum from 1949–52. El-Salahi left his home country in 1954 on a government scholarship to study painting and calligraphy at the Slade School of Fine Art in London. Returned to Sudan in 1957, where he became a key member of the ‘Khartoum School’ – a group of artists developing a new visual vocabulary to reflect the distinctive identity of the newly independent nation. The ‘Khartoum School’ was one of the most active contributors to the growth of modern art in Africa. El-Salahi’s art offers profound possibilities for understanding African and Arab modernisms and repositioning them within the context of a broader, global modernity. Throughout the 1960s and early 1970s, El-Salahi travelled to the United States and participated in the Mbari Artists and Writers Club in Ibadan, Nigeria. He led delegations of Sudanese artists to two historically significant gatherings: the Black Arts Festival in Dakar in 1966, and the Pan-African Arts and Cultural Festival in Algiers in 1969. In 1972, El-Salahi returned to Khartoum to take a post as Director General for Culture at the Ministry of Information. The following year he became Undersecretary, a tenure that ended abruptly on 8 September 1975 when he was accused of anti-government activities and held without trial at the infamous Cooper Prison for six months and eight days. After this experience, El-Salahi left Sudan to live in Doha, Qatar. Since 1998, El-Salahi lives in Oxford, but his memories and experiences of contemporary Sudan remain a constant part of his artistic practice. (from the Tate Modern website) (the artist is present)

Meschac Gaba: Museum of Contemporary African Art

Meschac Gaba
Museum of Contemporary African Art
Tate Modern


Meschac Gaba was born in 1961 in Cotonou, Benin. He lives and works between Cotonou and Rotterdam.

Thursday, 20 June 2013

Ellen Gallagher: AxME

Ellen Gallagher
AxME
Tate Modern


Ellen Gallagher was born in Providence, Rhode Island in 1965 and now lives and works in Rotterdam and New York. Her work is held in many major public collections, including MoMA and Metropolitan Museum of Art in New York and Centre Pompidou, Paris.

Wednesday, 31 October 2012

William Klein + Daido Mosiyama

An overwhelming jubilation of photos. Confronting and provocative street-photography. Together with Robert Frank, William Klein is one of the greatest American street photographers. We all have learn from them and want to be on their level when engaging contemporary society and questioning social habits. We (public in general, professionals and socially' wannabes) are all photographer' sons of William Klein, Daido Mosiyama and Robert Frank.

Tuesday, 14 August 2012

Review: Tino Sehgal

The Unilever Series: 2012
Tino Sehgal


A lei dos 'Direitos de Autor e dos Direitos Conexos' não protege a ideia para uma obra de criação intelectual. A lei somente tem aplicação quando a ideia da obra é por qualquer modo exteriorizada. Esta pode compreender livros, obras dramáticas e musicais e a sua encenação; conferências; obras coreográficas, «cuja a expressão se fixe por escrito ou por qualquer outra forma»; composições musicais (com ou sem palavras); obras cinematográficas, televisivas, fotográficas, etc. As obras concebidas pelo artista Tino Sehgal (Londres, 1976) circulam primeiramente em redor desta ideia legal para se exteriorizarem, se desenvolverem e marcarem a sua posição criativa no âmbito público.

Tino Sehgal não permite que exista qualquer forma de exteriorização tangível do seu trabalho. Intituladas de 'Situações Construídas' as peças representam um desafio para as instituições envolvidas na sua apresentação, conservação e/ou­ representação legal. Dada a não existência de qualquer objecto físico, forma de contracto escrito, por exemplo, a explicar o processo de apresentação da obra; esta é comunicada verbalmente entre o autor e os diferentes 'interpretes'. O processo de compra e venda de qualquer umas das suas 'peças' envolve a presença física do criador, do adquirente e dos seus representantes legais e/ou testemunhas; o 'contracto' assinado é na forma verbal. Por exemplo, entre as poucas condições apresentadas no contracto, a possibilidade da re-venda da 'obra' por parte de um coleccionador ou instituição implica a aceitação desta norma do contracto e terá de tomar a mesma forma, ser unicamente verbalizado.

O teórico e filósofo alemão Boris Groys expressa que no contacto com a obra de arte existem diferentes tempos. O 'tempo de observação' é diferente do 'tempo da concepção': o espaço temporal onde a interpretação sobre a qual é retirada a explicação para a obra tende a ser, consequentemente, distinta nos diferentes tempos. Dado o posicionamento temporal distinto entre a obra e o criador ou o observador. Como em qualquer outra obra de arte, o aspecto do posicionamento do processo criativo das coreografias concebidas por Sehgal está no modo como se inscreve no espaço público. Para além do aspecto de observação as 'Situações Construídas' requerem a participação, a interacção do público com as mesmas para tomarem forma.

Na 'peça', These associations (2012), apresentada na Tate Modern, parte da Unilever Series, um conjunto de pessoas executa uma série de acções que mímica o visitante da Tate Modern, enquanto ocupante (visitante) de um espaço museológico. Esta coreografia encara o visitante directamente, cria situações sociais através do recurso à conversa, ao som ou ao movimento, assim como envereda por um debate filosófico e económico. Por momentos, a multidão composta por 'interpretes' e visitantes corre pela Turbine Hall, caminha, recua lentamente, mistura-se com os restantes visitantes, para, joga ou canta. É aqui que percebemos que esta não é uma multidão de seguidores, mas sim um organismo vivo, com a sua voz! Ao reflectir sobre o comportamento de grupos e colectivos a acção coreografada preenche o espaço com uma peça interactiva, íntima e de reflexão crítica sobre o meio circundante: o contexto museológico, em particular, e os comportamentos da sociedade contemporânea, em geral. Da mesma forma, por exemplo, como os trabalhos tecnológicos de Rafael Lozano-Hemmer ao necessitar da presença e consequente interacção por parte dos observadores para com a obra de forma a que ela actue e tome a forma pretendida pelo autor; ou a atribuição de novas significações em algumas das obras de Francis Alÿs ou Joana Bastos sobre a a interacção no espaço social comum.

Em “The Emancipated Spectator” (2009), o filosófo francês Jacques Rancière defende que o espectador deve de ser envolto pela performance, e conduzido para o circulo de acções que re-estabelece a sua energia colectiva. E acrescenta ainda, que a emancipação começa quando desafiamos a oposição entre ver e actuar; quando compreendemos que os factos evidenciados que estruturam as relações entre dizer, ver e fazer pertencem em si mesmos à estrutura de domínio e subjecção. Este género de trabalhos inscrevem-se e inserem-se perfeitamente no período onde a obsessão com a interactividade das plataformas sociais virtuais, como o Facebook ou o Twitter é uma necessidade social. A necessidade de compartilharmos as nossas histórias privadas no espaço público, de termos uma voz, de sermos ouvidos. Como é frequente nas peças de Sehgal a participação activa por parte do espectador é uma das componentes do processo criativo. A multidão composta por interpretes e figuras anónimas ao misturar-se com os visitantes da Turbine Hall transmite a ideia de que todas as experiências são mediadas, ao invés de serem caóticas, Reais. Tudo está determinado de acordo com a estrutura de domínio e subjecção das relações sociais no espaço público. Mas ao invés de apresentar um objecto, o artista apresenta-nos como o sujeito da obra. Cada espectador já é um actor na sua história; cada actor, cada pessoa na acção, é o espectador da mesma história. As performances requerem espectadores que representem o papel de interpretes activos, que desenvolva a sua tradução de forma a apropriar-se da história e fazê-la sua.

De um momento para o outro estamos em palco e fazemos parte do espectáculo! Estamos no centro da acção. A sensação com que nos confrontamos durante o tempo de observação, entre a obra e o observador, é completamente extraordinária e confere-nos a autoridade para temos a nossa própria voz.

Imagem: Tino Sehgal and participants of These Associations outside Tate Modern Photo courtesy of Gabrielle Fonseca Johnson, Tate Photography 2012.
Published at Molduras: as artes plásticas na Antena 2: Tino Sehgal : The Unilever Series: 2012.

Wednesday, 1 August 2012

These Associations

And then, suddenly a middle age english woman approach and start telling me a story about how was her first time in New York. How she, as a young girl had been welcomed in to the State and in to her new neighbourhood by a large casserole full of meat left by one of the neighbours.
Later, while everybody was running around, a young woman told me her about her vacation trip to Turkey and how it finish with a couple of bottles of turkish wine offered to her by the Hotel owner.

Do I have the face of a traveller and who's appreciate tasty food a good wine?! Or it is just on my head!

Tuesday, 24 July 2012

Friday, 20 April 2012

Review: Yayoi Kusama

Tate Modern
Yayoi Kusama

As Polka Dots são pequenos fragmentos retirados da superfície da natureza e ampliados. Estão no pêlo do gato ou do cavalo, na pele do ser humano, na superfície da água ou da terra, na lente da câmara, na árvore, no céu. As Polka Dots são o caminho para o infinito, são movimento e são também a Schriftzug de Yayoi Kusama (1929). Kusama pode ser considerada como uma artista que, seriamente comprometida com a arte do seu tempo, está situada no centro da abertura da história da arte.

O uso da repetição, “Despersonalização”, apelida-a a artista – provavelmente relacionado com a doença que a acompanha desde a infância, onde tudo o que vê fica totalmente remoto – pode, de certa forma, personificar a sua visão alucinatória. Séries como Infinity Nets (telas preenchidas por pinceladas de uma única cor recortada de forma interminável e repetida) [Sala 3], Accumulation Sculptures (objectos do quotidiano cobertos por uma proliferação de formas fálicas repetidas), as Polka Dots (padrões que consistem numa matriz de círculos cheios, geralmente de tamanho igual e no qual o espaço relativo entre cada um dos círculos é mais estreito em relação ao seu diâmetro) ou as instalações reportam para uma viagem de obliteração pessoal.
Em Walking Piece (1966) [Sala 6] o uso da repetição também pode predicar sobre a noção pessoal de 'exclusão'. Duplamente excluída do universo artístico japonês, devido à sua doença de tendência suicida, e excluída do mundo ocidental por ser de “outro” hemisfério.

Na década de sessenta, a cena artística nova-iorquina estava de certo modo dominada pela Factory, de Andy Warhol e pela produção e repetição de elementos do domínio público, como figuras do cinema, da televisão ou música, pela massificação de produtos de uso quotidiano e maximização da imagem pública, pela contestação e destituição do mito moral urbano-utópico, das décadas de quarenta-cinquenta, e pelo conceito de exploração individual do corpo humano, liberdade sexual, cultural e uso de substâncias alucinogénicas e psicadélicas. Inserida neste contexto, Kusama produziu um conjunto extremo e extremista de obras. Ela realizou acontecimentos, orgias e performances enquanto activista política e sexual, concebeu instalações, foi designer de moda, art dealer, escultora, pianista, poeta e novelista. A série Compulsion Furniture transporta-nos para o mundo de sonhos, no qual a obsessão interna que caracteriza a artista é projectada para o domínio físico, onde, ela, é a 'Alice no País das Maravilhas' moderna.

No entanto, durante o seu percurso, Kusama influenciou a prática artística de muitos artistas seus contemporâneos, como Lucio Fontana, Joseph Cornell, Donald Judd, On Kawara ou Andy Warhol e Louise Bourgeois (em menor escala), e sucedâneos, como Damien Hirst ou Sarah Lucas. Por exemplo, em Dezembro de 1953, Kusama apresentou Aggregation: One Thousand Boats Show (presente na sala 5), pela primeira vez, na Gertrude Stein Gallery, em Nova Iorque. A peça consiste num barco a remos pintado de branco, envolto por phallus, e encontra-se instalada numa sala forrada por posters a preto e branco com uma imagem do barco visto de cima. O uso da repetição do mesmo motivo para alinhar as paredes do espaço de exposição antecipa em três anos o Cow Wallpaper (1966), apresentado por Andy Warhol na sua segunda exposição na galeria Castelli, em Nova Iorque. Enquanto a série de selos e notas produzida por Warhol, em 1962, 64 S&H Green Stamps, Red Airmail Stamps, 80 Two-Dollar Bills, Front and Read ou 200 One Dollar Bills, é coevo à série de colagens concebidas pela artista, durante o mesmo período, com selos e notas, como Accumulation of Stamps, 63 (1962), Airmail Sticker (1962) ou Airmail No. 2 Accumulation (1963), possiveis de serem vistas na sala 7.

As colagens e pinturas, que encontramos na Sala 9, concebidas após o regresso ao Japão, em 1973 – Kusama, em 1977, deu entrada de forma voluntária num hospício, onde permanece e continua a trabalhar numa multiplicidade de meios e formas, como a escultura, a pintura, as instalações ou a literatura – são evocativas e vibrantes. Partilham semelhanças com os trabalhos iniciais [Sala 1 e 2], realizados antes de viajar para Seattle (EUA), na década de cinquenta. As formas orgânicas, quase espermatogónicas, são simultaneamente belas e macabras. No papel de observadores da obra de Kusama somos testemunhas do complexo sistema de referências em múltiplas camadas que caracterizam as alusões da arte contemporânea.

Uma das obsessões duradouras da artista é a descrição do espaço infinito. A exposição de Yayoi Kusama, na Tate Modern, abrange o trabalho pioneiro desenvolvido pela artista ao longo de seis décadas. Cada uma das salas destaca um momento principal na carreira da artista japonesa. A exposição termina com uma série de novos trabalhos. I'm Here, but Nothing (2000) [Sala 12], no qual um espaço doméstico – mesa de jantar, talheres e copos, cadeiras, o chão, paredes, espelhos, pinturas e uma TV – obscurecido está coberto por Polka Dots fluorescentes sob luz negra, pinturas [Sala 13] e uma nova instalação [Sala 14] concebida especialmente para acompanhar a retrospectiva. Infinity Mirrored Room – Filled with a Billance of Life (2011) é a maior sala de espelhos concebida e construída até à data pela artista. Propõe a experiência de infinito, ao convidar o observador a fazer uma viajem ao centro do Eu. A multiplicação de leds provoca uma desorientação momentânea. Na floresta de luz incandescente, com mudanças de cor e intensidade, por momentos, o tempo e o espaço confundem-se, e categorias como duração e distância ficam estranhamente incríveis, como se estivéssemos a viver num mundo de sonhos tornados realidade.

É como se Kusama estivesse a redireccionar e a redimensionar as nossas questões sobre a nossa vida, em particular, e sobre a Vida, em geral. Uma das intenções da artista é, ao percorrer-mos a exposição, de sentirmos a necessidade de procurar e de afirmar sobre o sentido da exclusão de um lugar, mas, simultaneamente, sobre o sentido da inserção espacial. Uma nova sala com novas regras, estruturas por localizar e compreender num tempo-espacial onde os limites são quase inatingíveis, impraticáveis de acordo com as estruturas das forma física actuais.

Yayoi Kusama na Tate Modern até 5 de Junho de 2012

ImagensKusama posing in Aggregation: One Thousand Boats Show 1963 installation view, Gertrude Stein Gallery, New York 1963 © Yayoi Kusama and © Yayoi Kusama Studios Inc.; Yayoi Kusama, 1965. Courtesy of Victoria Miro Gallery, London and Ota Fine Arts, Tokyo © Yayoi Kusama, courtesy Yayoi Kusama studio inc. Photo: Eikoh Hosoe.

Published at Molduras: as artes plásticas na antena 2: Yayoi Kusama.

Friday, 22 July 2011

Joan Miró ladders

Curated by Marko Daniel, Joan Miró: The Ladder of Escape retrospective shows the most staggering work conceived by the Catalan artist. His inventive identity is set against planes of color laid-out in thirteen rooms across Tate Modern fourth floor. With each series entitled to its own room, the first of them explore Miró's commitment to his native Catalonia. An auto-portrait developed by displacing archetypal figures in to simple arrangement of signs – as is the case with The Head of a Catalan Peasant (1925) –, and the juxtaposition of unrelated objects, in Animated Landscapes (1926-7), for instance. Whereas the middle section reflect Miró’s new pictorial language. The first rooms in this section may suggest a withdrawal from the harsh realities of the world, the atmosphere of uncertainty arousing from his exile in France in late 1936 and «the terrifying years of the Spanish Civil War». The furious abstract painting on masonite (1936) are one example and The Constellations (1940-1) series's another imagery. While the later rooms epitomize Miro’s conflicting tendencies towards political engagement and his inner escape into creativity. The body of work conceived during this phase reflect the artist greater confidence in the balance he established between recognition on the international stage and inner exile at Mont-roig, in Catalonia. Finally, «the final section looks at the last years of Franco’s rule», when his painting «capture the tireless energy of creativity», challenging the dying regime that was animating the intellectual circles in Spain, in the late sixties. But, particularly revealing, is the American Abstract Expressionism influence in Miró's work that are shown in the central rooms. Four vast triptychs (1961-2, 1968 and 1973) mark the artist immersion into a new chromatic creation of space.

Thursday, 21 July 2011

«No. 341, 26 Apr. 2009. Inglewood, Queensland, Australia» (24 European Rabbits)

On one level the exhibition A Living Man Declared Dead and Other Chapters, by Taryn Simon (1975, N.Y.), showing at Tate Modern (London), let us perceive, in one hand, the heterogeneous bloodiness and related stories of eighteen distinctive archetypical ‘chapters’ from Brazil, Germany, Kenya, Philippines, and many other countries from different continents; on the other hand, those portraits make an homogenous world network of external forces of territories, power and circumstances. The subject documented is presented by means of clean and classical portraits arranged in a linear form. Next to it, a central panel constructs narratives and contextualizes details – names, places, date and professions. On the right, are Simon’s visual booknotes – a mosaïque of photograph of VHS tapes, ID cards, graphic novels, medals, land ownership certificates, letters, etc. making evidence. While, on another level, this work territorializes the space existing between text and image, order and disorder. This world research and recording is a strategy for the production of knowledge. In where art is interrogating the social and cultural ideas of its time. Although with globalisation increasingly more people get to the same message, on a local level, what they do with it, is completely different.