Friday, 30 April 2010

newsfromlisbon201004


In «Show Titles (Audio)» titles are available for use by any artist, curator or institution, providing it is respectively identified and credited as a piece by Stefan Brüggemann.

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47 Elsewhere
48 Ontology and Enunciation
49 One Hundred Teenage Dutch Girls
50 Only Dead Painters
51 Poor But Happy
52 Stolen Thoughts
53 Serious Proposal
54 Desperate
55 Anorak
56 Already Made
57 More or Less
58 Big Ones and Little Ones
59 Next Piece
60 Did It Again
61 And For Another Thing
62 And So On and So Forth
63 Black Mark
64 Put Up and Shut Up
65 Art In The Age of Extinction
66 Art About People and The Things They Do and Stuff
[...]

Thursday, 29 April 2010

newsfromalpiarca201004


history as a continuous, typically chronological, record of a particular trend or institution is always in a perpetual reconstruction mode

Tuesday, 27 April 2010

Imagens de espaços originais

Em vez de registar o representado no domínio público, Manuela Marques desviou o seu olhar para os domínios privados e apresenta um conjunto de fotografias – com valores entre 4250 e cinco mil euros – sobre a localidade portuária Le Havre, situada no estuário do rio Sena, em França. A cidade foi inscrita como património da UNESCO em 2005. As imagens apresentam tempos interpretativos da reconstrução arquitectónica de um espaço destruído durante a Segunda Grande Guerra e a urbanização característica do pós-guerra. Em oposição às imagens ruidosas das fachadas de edifícios, das praças ou dos monumentos, as fotografias captadas por Manuela Marques são registos onde o silêncio predomina.

O terceiro mercado mais importante na América Latina
A feira de arte de São Paulo, SP-Arte, é considerada actualmente a terceira mais importantes feira de arte da América Latina. A Zona Maço (Cidade do México, México) e a ArteBA (Buenos Aires, Argentina) são as outras duas feiras. A SP-Arte apresenta este ano um conjunto de oitenta galerias de arte moderna e contemporânea oriundas da Argentina, Uruguai, México, Espanha, Franca, Reino Unido e do Brasil, galerias como Fernando Padrilha e Horrach Moya, de Espanha, ou Stephen Friedman Gallery, dos EUA. Apesar do elevado valor alfandegário pago para importar obras de arte para o Brasil, este país apresenta algumas das mais interessantes colecções privadas de arte, como Gilberto Chateaubriand ou Bernardo Paz, ou coleccionadores institucionais como o Banco Espírito Santo, de Portugal. São esperados cerca de 15 mil visitantes na sexta edição da SP-Arte.

Published at NS'224/IN#120, Mercado da Arte (70), (Diário de Notícias N.º 51516 e Jornal de Notícias N.º 327/122), 25 de Abril de 2010, Portugal. Manuela Marques, Untitled 10, 2009. Courtesy Caroline Pagès Gallery, Lisboa; Jarbas Lopes, Courtesy A Gentil Carioca, Rio De Janeiro

Monday, 26 April 2010

O piquenique de Múrcia

Cristina Lucas transformou uma refeição num diálogo sobre a arte e a sociedade.

Inscrita no projecto Dominó Canibal [NS’ 222], a artista Cristina Lucas estruturou e criou um diálogo entre os vários intervenientes, com a forma de um piquenique, no Jardim del Malecón, no centro da cidade de Múrcia (Espanha). A intervenção da artista trouxe para o mesmo espaço o discurso técnico dos artistas participantes, do curador e de quem organiza, dos críticos e dos jornalistas, do público especializado e do público em geral. Mas o mais importante é a aproximação entre as diferentes áreas sociais, onde os vários intervenientes tomam parte de uma conversa de forma a explorar um determinado assunto, com o respeito devido entre cada uma das partes.

Num banquete existe um diálogo entre os vários intervenientes num qualquer espaço delimitado por fronteiras imaginárias – seja no saborear da comida confeccionada, no apreciar do vinho ou entre as pessoas sentadas à mesa. Uma refeição não é um monólogo; a refeição serviu para a artista questionar directamente os jornalistas e críticos presentes sobre «o que fazem quando não percebem uma obra de arte». Conforme expressa Cristina Lucas, «se um jornalista tem o direito de me questionar sobre a minha obra, sobre o que faço, isso dá-me o direito de também lhe fazer uma questão, sobre a sua profissão de jornalistas ou crítico de arte».

O segundo aspecto na intervenção de Cristina Lucas debruça-se sobre o espaço de exposição – a Sala Verónicas é uma igreja conventual de estilo barroco do século XVIII, nomeadamente sobre os conceitos católicos aplicados à arte conceptual. Sobre a bienal o curador referiu que este evento «traz para dentro dos limites institucionalizados por assuntos simbólicos e de disciplina, tudo o que deve de ficar de fora, tudo o que está nos domínios do inútil e não deve de ser incluído».

Uma outra leitura na intervenção de Lucas no evento Dominó Canibal está relacionada com um dos princípios do próprio projecto. Por ser uma plataforma para sobreposições e descontinuidades «com algumas complexidades, pois dadas as circunstâncias tinha de “comer” Jimmie Durham, a intervenção foi um extenso processo onde tudo foi transformado e reutilizado», esclarece a artista.

No decorrer de todo o processo de «canibalização» a sua intervenção da artista foi gravada. Neste acto de registo documental da acção, «a obra passa de objecto registado para o registo da concepção do objecto. Os vídeos transpõem os limites físicos ditados pelos objectos em si. Mas também estão disponíveis para ser transformados». Assim, «seja qual for o esquema apresentado e sejam quais forem as questões de direito de autor ou de propriedade intelectual, as obras de arte ficam ao serviço dos que vêm a seguir».

Por outras palavras, «os restos dos objectos são utilizados – a economia do inútil – pelos artistas para fazer readymade, como são também utilizados pelas pessoas no seu quotidiano para satisfazer necessidades básicas». Por exemplo, os bidões transformados em grelhadores, os pneus em baloiços, ou os cartazes em legendas informativas.

No final de qualquer banquete, o que fica são os restos, os excedentes reutilizados de uma actividade, e «ao dar-lhe um sentido, o ter que os usar – por isso o barbecue realizado no parque público no cento da cidade durante a apresentação do projecto –, está-se a fazer útil a obra de arte, ou seja, está-se a dessacralizar a obra de Jimmie Durham. O retorno ao espaço de exposição, a Via Sacra para a Sala Verónicas, transforma as peças em obras de arte, e aqui entramos no processo de sacralização», clarifica a artista.

Published at NS'224/IN#120, Mercado da Arte (70), (Diário de Notícias N.º 51516 e Jornal de Notícias N.º 327/122), 25 de Abril de 2010, Portugal. Cristina Lucas, Dominó Canibal (VI. Sacrificar / To Sacrifice: happening of press-conference lunch, using the grills and chairs with journalist and critics, and artist and curator answering questions on the condition of making questions in turn), 2010. Courtesy PAC – Proyecto de Arte Contemporánea

newsfromsmagos201004


The Gregorian calendar is the calendar introduced in 1582 by Pope Gregory XIII, as a modification of the Julian calendar.

It brought the calendar back into line with the solar year. 10 days were suppressed, and centenary years were made leap years only if they were divisible by 400. England did not adopt the reformed calendar until 1752, by which 11 days had to be suppressed. At the same time, New Year's Day was changed from March 25 to January 1, and dates using the new calendar were designated 'New Style'.

Meaning this, that April 25th will only exist as long as the Gregorian calendar exists. Which is popular knowledge.

Sunday, 25 April 2010

newsfromsmagos201004


«Becoming-minor is a phase of deterritorialization. It is an ethical action, one of the many becomings one can expect to be affected by. Each type of affective becoming marks a new phase of deterritorialization».