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Thursday, 24 April 2014

Mishka Henner: Black Diamond

Mishka Henner
Black Diamond
Carroll / Fletcher

Mishka Henner lives and works in Manchester. Recent solo exhibitions include Precious Commodities, Open-Eye Gallery, Liverpool (2013) and No Man's Land, Hotshoe Gallery, London, UK (2011). Group exhibitions include Now You See It: Photography and Concealment, Metropolitan Museum of Art, New York; Plotting From Above: Mishka Henner and Montreal Aerial Survey, McCord Museum, Montreal; Drone: The Automated Image, Darling Foundry, Montréal, Canada; Views from Above, Centre Pompidou, Metz, France; A Different Kind of Order, International Centre of Photography, New York, USA (all 2013); Appropriation: Questioning the Image, Fotogalerie Wien, Austria; No Man's Land, Oregon Center for Photographic Arts, USA (all 2012).

In 2013, Henner was awarded the ICP Infinity Award for Art by the International Center of Photography, New York, and shortlisted for the Deutsche Börse Photography Prize at the Photographers' Gallery, London. His work is held in collections including the Tate Library Collection, London; Centre Pompidou, Paris; Museum of Fine Arts, Houston; Portland Museum of Art, Metropolitan Museum of Art and the Cleveland Museum of Art.

Friday, 7 February 2014

A private view of Erik van Lieshout's work(ers)

Erik van Lieshout
Private View
Maureen Paley

Helmond Hollywood (colour copies on wood, works on paper on wood and mixed media), 2013-14 (detail)
«In his work van Lieshout immerses himself within the rituals and norms of the communities he describes. Oscillating between documentary and fictional perspectives he tells stories...» [PR] about a pink wisdom, memory and the power of perseverance over the middle class. Bringing a combination of ripe fruits on a golf course and florals (green apple, tropical fruits and stone fruits, like peaches and nectarine) shirts and robes, with a heady perfume and creamy body (honeysuckle, blossom and gingerbread) from time spent in an cheap-exotic distance destination. The work is often described as hedonistic, meaty and salacious like the cloths they wear. Just another reflection of a pink elephant in a middle class, suburban world! As Erik says, "Real Luxury is Buying Nothing".
Erik van Lieshout's Private View at Maureen Paley
Exhibition view
Untitled (3 colour copy on wood works, plasterboard and wood), 2013-14 (detail)
House of Guilt (colour copies on wood, glass and mixed media), 2013-14 (detail)
Film Production Plan (19 works on paper on plasterboard and wood), 2013-14 (exhibition view)
The Workers (HD film, colour, sound with carpet installation, 53'), 2014
The Workers (HD film, colour, sound with carpet installation, 53'), 2014
Born in Deurne, The Netherlands in 1968, Erik van Lieshout lives and works in Rotterdam. Previous solo exhibitions include Commission, MMK Museum für Moderne Kunst, Frankfurt, 2012; Erik makes Happy, BAWAG Contemporary, Vienna, 2011; How Can I Help You, Hayward Gallery Project Space, London, 2011; Im Netz, Ludwig Museum, Cologne
, 2009; Homeland Security, Projekt am Museumsplatz, Städtische Galerie im Lenbachhaus, Munich, 2007 and Guantánamo Baywatch, Hammer Projects, Hammer Museum, UCLA, Los Angeles, 2007. Recent group exhibitions include The Encyclopedic Palace, 55th International Art Exhibition, La Biennale di Venezia, Venice, 2013; Manifesta 9, The European Biennial of Contemporary Art, Genk, Limburg
, 2012 and Melanchtopia, Witte de With, Center for Contemporary Art, Rotterdam, 2011. Forthcoming projects include Manifesta 10, The European Biennial of Contemporary Art, curated by Kasper König, St. Petersburg, The Crime Was Almost Perfect, Witte de With, Centre for Contemporary Art, Rotterdam and a solo exhibition at Anton Kern Gallery, New York, all in 2014.

Monday, 19 April 2010

Artes e desenvolvimento económico

As autarquias têm apostado no desenvolvimento de actividades artísticas, de forma a criar um produto turístico cultural diferenciado.

Portugal sofre de um problema de dívida tanto pública como do sector privado. Uma forma encontrada para solucionar esta situação tem sido a aposta no desenvolvimento e na implementação de actividades e acções de índole cultural e artística, de forma a criar um produto turístico cultural diferenciado, de cariz singular. A concepção de manifestações culturais diversificadas que atraem as massas é uma das ferramentas utilizadas pelo sector público, sejam esses eventos de projecção internacional, como a Capital Europeia da Cultura, ou nacionais, como os festivais organizados pelas autarquias.

Neste contexto, Óbidos «escolheu a criatividade como motor da sua estratégia de desenvolvimento», segundo a coordenadora das galerias do concelho, Ana Calçada. «O município tem investido de forma significativa na sua estratégia, com medidas e acções concretas», ao envolver «o melhor do capital humano e intelectual, criando programas que se prolongam no futuro. Há um esforço de competitividade territorial que ultrapassa em muito o investimento nacional no concelho», acrescenta.

Aquela responsável diz que «Óbidos decidiu integrar as artes com o seu espaço construído ao apostar na inovação, numa fusão em que a história e a produção criativa estão em estreita relação com múltiplas competências». Só em 2009, os «visitantes controlados apenas nos espaços fechado, foram 19 mil». Não estão incluídos os visitantes de eventos organizados pela autarquia, como o festival Junho das Arte ou o Festival Internacional de Chocolate, por exemplo, que ocupa a totalidade da localidade e atraiu este ano cerca de duzentos mil visitantes. A Câmara de Óbidos tem atribuído à cultural 14 por cento do orçamento global anual (cerca de quarenta milhões de euros).

A terceira edição do Junho das Arte, sob o tema «Arte Pública – Arte entre Muralhas», procura continuar a integração das artes num espaço histórico – as candidaturas para os Project Rooms estão abertas até dia 30 deste mês. O evento realiza-se entre 5 e 27 de Junho próximo. A comissão de selecção é constituída por Filipa Oliveira (comissária convidada), Ana Calçada e Miguel Silvestre (em representação do autarquia). Nas edições anteriores os comissários convidados foram Paulo Reis, em 2008, e Luís Serpa, em 2009.

Published at NS'223/IN#119, Mercado da Arte (70), (Diário de Notícias N.º 51509 e Jornal de Notícias N.º 320/122), 17 de Abril de 2010, Portugal. Vista da exposição Theatron de Pedro Valdez Cardoso, na galeria Nova Ógiva. Courtesy Câmara Municipal de Óbidos